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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Uma Guerra dentro de mim




Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro
Mesmo que seja estranho, seja você” Pitty

uma batalha dentro de nós. Não podemos negar, apesar de fingirmos. Estamos numa guerra onde o maior inimigo nosso é nós mesmos. Não sei onde essa batalha vai dar, mas já disseram que somos vencedores.
O que vejo, com meus olhos podres, é que viver num palco e fingir, é normal.

“Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.” Fernando Anitelli

O palco nunca foi um lugar que atraia Jesus. Ele gostava dos bastidores e condenou aquele que quando a cortina se fechava tiravam suas maquiagens sendo tudo aquilo que diziam não ser.
 ''Quando as luzes se apagam, a vida então se revela, nem sempre se ouve os aplausos, mas sempre a cortina se fecha.” Hélvio Sodré

Quando a cortina se fecha, e ela sempre se fecha, somos nós mesmos e deixamos o filme de lado. E o filme que vivenciamos não está acostumado a finais felizes e nem em super-heróis, mas em heróis caídos e cheios de aflições e angústia. Lixos em busca de uma lixeira sendo transformados em vasos de luxo. É caótica a nossa situação e desolação. Queremos Deus, mas amamos o mal. Que luta escondida atrás da maquiagem e dos holofotes da religião.
Lady Gaga afirma em sua música Judas, que vivemos com Jesus, mas estamos apaixonados por Judas.
“Eu quero te amar
Mas algo está me puxando para longe de você
Jesus é minha virtude
Mas Judas é o demônio ao qual me apego”. Lady Gaga

Esse é o nosso dilema e quando não sentimos os mísseis dessa grande e terrível guerra, não estamos mais vivendo debaixo do poder da graça e da filiação de Deus. Essa batalha é real e não precisamos nos esconder e trajar uma vestimenta branca em cima da suja de sangue. Seja você mesmo, mesmo que seja bizarro. 

por MAGNOS CHRISTY


domingo, 5 de abril de 2015

O Evangelho....



O Evangelho só é viável para quem tem fé. Digo viável, porque o Evangelho é a via, o caminho a ser trilhado por todo aquele que crê. Não há Evangelho onde há inércia. Nessa via, não se pode parar. Tem-se que caminhar. Por isso friso: O Evangelho só é viável, transitável para quem tem fé. Aos que não têm fé, ainda que julguem tê-la, o Evangelho é a via da insanidade; é o caminho da loucura; é a frustração imediata ante o anseio imediatista; é a perplexidade produzida pela confusão da desesperança.


Mas, ainda assim, o Evangelho continua indefinível e inexplicável até mesmo para os que creem. É Graça indizível; é amor inefável; é comunhão e alegria inexprimíveis. Entretanto, sendo indefinível, o Evangelho é definidor: Define o caráter, o ser, o não ser, a vida e a morte. Define, aos que creem, que a Vida habita neles e que um dia eles habitarão na Vida Eterna. Aos que não creem, define que a morte habita neles e um dia eles habitarão eternamente na morte. Por isso, o Evangelho é indefinivelmente definidor de tudo e de todos.

O Evangelho é segurança plena e inabalável ao que crê. Entenda bem: Para os que creem no Evangelho não há qualquer expressão ou possibilidade de risco. No Evangelho eu não arrisco perder: Eu decido perder! Eu considero perda e refugo tudo aquilo que é definido pelo mundo como arriscado. Assim, pela fé, o risco é completamente anulado para os que creem no poder Evangelho.

No Evangelho a Justiça de Deus se revela de fé em fé, posto que está escrito: O justo viverá pela fé. O Evangelho só é viável para quem tem fé!