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sábado, 29 de maio de 2010

O Remédio para a pobreza Espiritual


Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.

Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: “Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres.”

Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são “cristãos” da boca para fora. Jesus os chamou de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro”
O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu “ouro refinado no fogo”. Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, “comprar o ouro refinado no fogo”, oferecido por Cristo.

Alisson Bruno

terça-feira, 25 de maio de 2010

Andar com Deus

A interessantíssima biografia de Enoque é registrada na Bíblia em dois pequenos versos. Um deles diz: "Andou Enoque com Deus; e não se viu mais porquanto Deus para Si o tomou" (Gênesis 5:24).

Se há uma coisa que entendemos, desde a narrativa da criação do ser humano, é que o Senhor nos criou para "andar" com Ele. Por isso, nos fez à Sua semelhança. E por isso, Ele nos ama. A Bíblia, porém, nos fornece uma lista imensa de pessoas que não "andaram" de acordo com Ele. Por que será que a Bíblia não descreve detalhadamente a maneira como Enoque viveu.
Esta pergunta sobre o que é, afinal de contas, o "andar com Deus", é semelhante à pergunta: o que foi, de fato, o "espinho na carne", na vida de Paulo? O não sabermos a resposta abre caminho para a conclusão: "à semelhança de Paulo, cada um de nós tem lá, seu próprio "espinho". Da mesma forma, é possível dizer que "andar" com o Senhor é sempre um relacionamento pessoal, particular, entre cada um de nós e o nosso Deus. Na relação dos heróis da fé, na carta aos Hebreus, não encontramos ninguém perfeito. O Senhor conhece nosso coração.
Mesmo não sendo perfeitos, vale a pena, pela fé, andar com Ele.

Alisson Bruno

terça-feira, 18 de maio de 2010

Hoje é Dia de Boas Novas

Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: "Este é dia de boas novas e nos calamos..." (II Reis 7:9).

Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?
Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!

Por Alisson Bruno

sábado, 8 de maio de 2010

Os devotos e seus ídolos de auditório

                                                                                                                              por Silene Marques

 


É impressionante o quanto os animadores de auditório reúnem cada vez mais seguidores. Os devotos dos pregadores super poderosos os consideram infalíveis, pois basta alguém tentar apontar suas heresias, que eles logo tomam suas dores. Quem ousa falar sobre os “ungidos” sempre é acusado de murmurador, semeador de contendas, frio, antipentecostal, etc., por seus fiéis e cegos devotos.
Já presenciei, com tristeza, pessoas, com olhar de verdadeira idolatria para seus ídolos, como fazem os romanos, com uma devoção imensa, com olhares completamente hipnotizados e apaixonados. Cenas praticamente idênticas. O que difere é o fato de que os devotos dos ídolos vivos combatem o erro dos devotos de imagem, mas na prática caem nesse engano tão cegos quanto estes.

Esse tipo de pregadores são os que mais encontram espaço nas igrejas, pois são aceitos. O povo permite, deseja, gosta, idolatra, porque são mestres conforme as suas próprias concupiscências (2Tm 4.3). Por isso o seguem e defendem. A minoria que examina tudo e não engole qualquer coisa não é vista com bons olhos, e é um problema na vida dos fãs dos super poderosos, que são capazes de adaptar versículos para proteger seus ídolos. São os versículos de sempre, isolados do texto, que até já se transformaram em chavões na boca dos "super espirituais" e de seus devotos, como “não podemos julgar”, “não toque no ungido”, os versículos de 1 Coríntios que falam de “ loucura”. Todos citados fora do sentido do texto para se adequar servindo de desculpa.

Os conceitos se inverteram. O amor à sã doutrina, à Verdade, à Nova Aliança do Nosso Senhor Jesus, virou sinônimo de religiosidade. A Palavra de Deus foi deixada de lado, pois muitos têm coceira nos ouvidos e não suportam a sã doutrina. Desviaram-se da verdade voltando às fábulas (2Tm 4.3,4). Só querem servir à sua carne e aos seus próprios interesses.