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domingo, 14 de fevereiro de 2010

DDD ''Geração Atual''




Estamos vivendo no meio da geração mais egoísta, individualista e gananciosa que o cristianismo já produziu ao longo de sua história. Infelizmente, hoje há um inimaginável apego ao sucesso terreno como fruto da verdadeira fé. E este sucesso, além de terreno é mundano, pois pouco importa os meios, o que interessa são os resultados. Há um pragmatismo que impera no meio cristão e faz com que só se entenda fé através de vida próspera, saúde inabalável e repreensão de demônios. É a geração DDD que nada tem a ver com “Discagem Direta à Distância”, mas com o trinômio “Demônios, Dinheiro e Doença” que norteiam boa parte dos nossos cultos.
Boa parte das experiências religiosas visa a cartase do espetaculoso nas expulsões de demônios, alguns pregadores chegam mesmo a convidar pessoas supostamente endemoniadas para serem entrevistadas” antes de terem o suposto espírito maligno expulso. Outras vertentes fincam suas bandeiras na cura física, em alguns locais vemos aglomerações de pessoas tentando tocar no líder a fim de poder receber cura. Tais ministérios fazem da cura de doenças o seu argumento de salvação e veracidade, seu selo de autenticidade. Outros, ainda, centram fogo no dinheiro, na prosperidade financeira como pedra angular da fé. Recentemente, foi exibida a casa de um desses líderes com mimos de fazer corar de indignação, pela ostentação, muitos milionários que buscam vida discreta e sem esnobismos.
Este é o mundo onde eu e você estamos inseridos. Um mundo de sentimentos superficiais, de adoração que pouco tem a ver com transformação de vida, de amor interesseiro nas bênçãos e nos supostos direitos adquiridos. Uma geração preguiçosa que detesta EBD e só se mobiliza quando há cultos festivos; que tem ojeriza aos cultos de oração, mas que não perde um “louvorzão”; que se entedia com as pregações que não sejam repletas de palavras de ordem, garantias de vitória e gritos de guerra.
O resultado disso tudo é que, apesar de já sermos mais de quinze por cento da população do país, a triste verdade é que fazemos muito pouca diferença. Para nossa geração o que importa é o eu. O nosso ego satisfeito é o que resume a nossa fé. Se eu estou bem financeiramente, se minha família não encontra problemas de relacionamento ou de vícios, se a saúde dos meus está boa. Pouco importa as necessidades dos outros. Posso quando muito orar, se lembrar, entre um pedido e outro que faço para meus próprios interesses.
Esta é a geração DDD. Este é o cristianismo atual. Mas você não precisa estar incluso nele. A Palavra do Senhor nos fala de um homem chamado Elias que um dia, vendo a corrupção da sua geração, pediu a morte como alívio. Mas o Senhor o lembrou que ainda havia um remanescente fiel que não havia dobrado seus joelhos ante a Baal.
Sempre houve um remanescente fiel, sempre haverá. E agora, neste momento há uma geração de verdadeiros adoradores que não necessitam da benção para crer, que não buscam barganhas com Deus para servi-Lo, que têm na presença Dele o motivo de sua fé. Uma geração de homens e mulheres que experimentaram o arrependimento e andam em santidade, não por medo, não por interesse, mas unicamente por um coração transformado que simplesmente não sente prazer em obras mortas.
A esta geração de Cristo, que nunca será vencida e que avança contra todo o tipo de opressão maligna e liberta os cativos arrebentando as portas do inferno. A esta geração cabe a missão de se posicionar com mansidão e amor para proclamar o verdadeiro evangelho que não se baseia na prosperidade, nem na cura, nem nas intermináveis campanhas de exorcismos, nem em festividades vazias, mas na presença do Senhor Jesus, na graça, no arrependimento e na cruz.


Que o Senhor nos capacite a participar desta doce revolução.





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Estou Satisfeito com Jesus?



"Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam
em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês
muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se
preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?"

-- Mateus 6:26-27

Parte do nosso problema com os cuidados desta vida é que,
diferente das aves do céu, não estamos mais satisfeitos com a
semente que o Senhor coloca para nós - queremos outra marca, outro
tipo, algo novo. A mídia declara em todas as suas formas
(televisão, rádio, revistas e outdoors) e comprova com suas
campanhas insistentes que sempre tem algo "melhor". E lá vamos nós
correndo atrás. O que Jesus declara com suas palavras nesta
passagem é a inutilidade da preocupação com essas coisas. De fato,
a preocupação não só não produz nada de bom, ela nos prejudica de
diversas maneiras. Os médicos já demonstraram que a preocupação é
uma das principais causas de enfarte, úlceras, problemas gástricos
e doenças do sistema nervoso. Não somente não ganhamos nada com a
preocupação; nós perdemos. Perdemos sono, perdemos saúde e no final
das contas perdemos dias de vida que podiam ser desfrutados em paz
e contentamento, se não estivéssemos nos preocupando com coisas que
não podemos mudar. Não acrescentamos nenhuma hora a nossa vida.
Pelo contrário, perdemos horas de vida. Confie em Jesus. Ele já deu
sua vida por você, e agora Ele quer lhe dar uma vida bem melhor não
só no porvir, mas aqui e agora a partir de hoje. Confie em Jesus.
A cultura, o comércio e até os governos do mundo em que vivemos
parecem estar dirigidos cada vez mais a provocarem um consumismo
desmedido. Novos desejos são estimulados, e necessidades antes
desconhecidas são despertadas. Para tudo isso insistem que
precisamos de novos "produtos" e "serviços". É como José Comblin
notou, "a civilização ocidental atual parece uma máquina de
despertar e satisfazer desejos". Sempre tem algo "novo". Moda nova,
aparelhos novos, soluções novas para nossas carências emocionais e
até espirituais. E sentimos que temos que possuir ou experimentar
essas novidades. Não percebemos que, como o autor de Eclesiastes
declarou, estamos correndo atrás do vento (Ecl 1:14). Cada novidade
ocupa mais da nossa visão e ficamos cada vez mais cegos para a
verdadeira solução. Jesus nos promete alívio - e só Ele pode dar.
"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu
lhes darei descanso" (Mt11:28). Mas, há um fardo que Jesus não pode
aliviar. É o peso que nós colocamos em nós mesmos. Preocupação e
ansiedade sobre coisas que Jesus nos promete, mas ainda não deu, ou
já nos deu, mas ainda não aceitamos, cria um fardo que Jesus não
pode levantar. O livramento desse fardo depende da nossa fé e só
será levantado quando descobrimos quem Jesus é e o quanto Ele já
fez e vai fazer por nós.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cair no Espírito,Verdade ou Mentira?

Em 1923, o missionário sueco Gunnar Vingren, um dos fundadores da Assembléia de Deus no Brasil, fora informado de que um certo movimento pentecostal começava a alastrar-se por Santa Catarina. Sem perda de tempo, Vingren deixou Belém do Pará, berço do pentecostalismo brasileiro, e embarcou para o Sul. No endereço indicado, veio ele a constatar: "Não se tratava de pentecostes, mas de feitiçaria e baixo espiritismo".



Embora fervoroso pentecostal, Gunnar Vingren não se deixou embair pelo emocionalismo nem pelas aparências. Ele sabia que nem tudo o que é místico, é espiritual; pode brilhar, mas não é avivamento. O misticismo manifesta-se também em rebeldias e mentiras. Haja vista as seitas proféticas e messiânicas.

Teve o nosso pioneiro, como precavido condutor de ovelhas, suficiente discernimento para não aceitar aquele arremedo de pentecostes. Fosse um desses teólogos que colocam a experiência acima da Bíblia Sagrada, o pentecostalismo autêntico jamais teria saído do nascedouro.

Entre as manifestações presenciadas por Gunnar Vingren, achava-se o "cair no poder" que, já naquela época, era conhecido também como "arrebatamento de espírito". À primeira vista, impressionava; fazia espécie. Não resistia, contudo, ao mínimo confronto com as Escrituras. E nada tinha a ver com as experiências semelhantes que se acham nas páginas da Bíblia.

Irreverente e apócrifo, esse misticismo não se limitou à geração de Vingren. Continua a assaltar a Igreja de Cristo com demonstrações cada vez mais peregrinas e contraditórias. O seu alvo? Levar a confusão ao povo de Deus. No combate a tais coisas, haveremos de ser enérgicos, sábios e convincentes. Mas sempre equilibrados. Através da Bíblia, temos a obrigação de mostrar a pureza e a essência de nossa crença, e a "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos" (Jd 3).

I - O Que é o "Cair no Espírito"?


Embora não seja alguma novidade, o "cair no Espírito", como vem sendo caracterizado, começou a ganhar notoriedade a partir de 1994. Neste ano, a Igreja Comunhão da Videira do Aeroporto de Toronto, no Canadá, passou a ser visitada por milhares de crentes - todos à procura de uma bênção especial. Ao contrário das demais igrejas pentecostais, que buscam preservar a ortodoxia doutrinária, a Igreja do Aeroporto, como hoje é conhecida, granjeou surpreendente notoriedade em virtude das manifestações que ocorriam em seus cultos.Dizendo-se cheios do Espírito, os freqüentadores dessa igreja começaram a manifestar-se de maneira estranha e até exótica. Em dado momento, todos punham-se a rir de maneira incontrolável; alguns chegavam a rolar pelo chão. Justificando essa bizarria, alegavam tratar-se de santa gargalhada. Ou gargalhada santa? Outros iam mais longe: não se limitavam ao estrepitoso dos risos; saíam urrando como se fossem leões; balindo, como carneiros; ou gritando, como guerreiros. E ainda outros "caíam no Espírito".

À primeira vista, tais manifestações impressionam.
Impressionam apesar de não contarem com o necessário respaldo bíblico. Entretanto, não podemos nos deixar arrastar pelas aparências nem pelo exotismo desses "fenômenos". Temos de posicionar-nos segundo a Bíblia que, não obstante os modismos e ondas, continua a ser a nossa única regra de fé e conduta.

II - O Cair no Espírito na Bíblia

Nas Sagradas Escrituras, o cair no Espírito não chega a ser um fenômeno; é mais uma reação reverente diante do sobrenatural. Registra-se apenas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, 11 casos de pessoas que caíram prostradas, com o rosto em terra, em sinal de adoração a Deus. E tais casos não se constituem num histórico; são episódicos isolados. Não têm foro de doutrina, nem argumentos para se alicerçar um costume, nem para se reivindicar uma liturgia; não podem sacramentar alguma prática. Afinal, reação é reação; apesar de semelhantes, diferem entre si. Como hão de fundamentar dogmas de fé?

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Fala Deus



Em toda a história da biblía,vemos Deus falar de todas as maneiras.Falava para exortar,prometer,confortar, revelar e instruir.Deus nunca precisou de um porta-voz,Ele o fez quando achou necessário.Hoje em muitas igrejas por aí,vemos homens e mulheres querendo ser a voz de Deus,querem agradar o público,mas infelizmente desagradam a Deus.Precisamos aprender a ouvir a voz do Senhor em nossas vidas,quando lemos a biblía vemos o Deus se relacionando com Abraão,Moisés,Isaque,Davi e tantos outros profetas e reis,então ficamos a nos perguntar:
Como conseguiam ouvir a voz de Deus?
Como se relacionavam com Deus ao ponto de ouvir sua voz?
A resposta é simples.
Só vamos conseguir ouvir verdadeiramente a voz de Deus,quando nos dispor a ser obedientes  a sua palavra. Quando chamamos a Jesus de Senhor,estamos nos colocando a total disposição,é abrir mão das nossas vontades e desejos para realizar a vontade Dele.
Se realmente você deseja ouvir a voz de Deus,primeiro é necessário calar a sua.
Ouvir é muito mais que escutar;Ouvir é transformar a palavra em ação.

É necessário,não apenas querer ouvir a Deus,mas também buscar sua voz.
Através de Jesus,hoje temos livre acesso ao Pai,podemos nos relacionar a qualquer momento e hora,pela graça do Senhor Jesus,somos feitos filhos de Deus,e como um bom filho nosso dever é de ouvir e obedecer a voz de Deus.