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sábado, 16 de janeiro de 2010

Igreja em Silêncio



Estamos vivendo hoje no tempo do silêncio na vida cristã. Não do silêncio de intrigas e mexericos; pois esse se recusa a calar. Refiro-me no silêncio medroso que trava a língua de muitos filhos de Deus que não sabem responder a razão da sua fé (I Pe 3:15). Esses tais não se tratam de pessoas acanhadas, tímidas, não! Eles estão nas melhores empresas, ocupam cargos de destaque e influência, freqüentam shoppings e restaurantes e são bem informados. Dominam a tecnologia moderna, falam vários idiomas e estão “plugados” no mundo via internet com todos os recursos que ela pode oferecer.

Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão (Lc 19:40). Esses crentes silenciosos, conscientes ou não, pouco ou nada contribuem para o avanço do Evangelho. Eles talvez não se dêem conta de que a salvação que Deus fez em suas vidas constitui-se numa poderosa pregação, de alcance profundo às pessoas no convívio diário. Muitos são tão anônimos que mais parecem “agentes secretos” infiltrados entre as massas. Eles não se identificam, não mostram as credenciais da santidade, não se arriscam a dizer o que são. E se por algum motivo são descobertos, fazem como Pedro, horas antes da crucificação do seu mestre: “Homem, não compreendo o que dizes” (Lc 22:60).

Reflita nisso! É como se tais pessoas vivessem disfarçadas o tempo todo, tirando a camuflagem só no domingo, na igreja. Ou será o contrário? Disfarçam-se no domingo e nos outros dias vivem o que realmente são?!

A Bíblia mostra-nos claras orientações para não deixarmos de falar do grande amor de Deus. Não importa se sejamos taxados de fanáticos ou coisa do tipo; é preciso falar. É claro que é preciso fazê-lo com ética e sabedoria. Não temos que ser intransigentes movidos por um radicalismo doentio que assusta e inibe as pessoas, afastando-as ainda mais da verdade. É preciso olhar para o maior de todos os exemplos Jesus! Ele ia às festas, não era um anônimo. Lá ele fazia a diferença, contagiava com sua presença (Jo 2:1-12). Ninguém que cruzasse o caminho do Mestre poderia ser o mesmo depois do encontro. O impacto era tão grande e tão visível que consciências eram despertadas, corações eram transformados e vidas rompiam definitivamente com o pecado (Jo 4:5-30). Não podemos ser chamados cristãos, até que haja em nós a mesma determinação.





Fonte:Verdade viva








Um comentário:

  1. Alisson obrigado por visitar nosso blog, aproveite para conhecer o Blog do Discípulo também - www.creioeunabiblia.blogspot.com Coloquei seu banner no Observatório Teológico, mas ainda não pude encontrar alguém para fazer um banner para mim, não domino ainda esta matéria para fazer sozinho (se vc souber como, lhe serei grato pelas orientações). Também gostei de seu blog e tornei-me igualmente seu seguidor. Firme em Jesus e pela causa do verdadeiro Evangelho. Fique na Paz!

    Cicero Ramos

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