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domingo, 22 de agosto de 2010

Apenas a Cruz




A crucificação já existia antes do poderoso Império Romano. Tem a sua origem na Pérsia.No império romano, em principio, era reservado às classes baixas, os escravos e os estrangeiros.Em todo domínio do Império a crucificação era praticada com grande crueldade e requinte de perversidade.Para os nobres e intelectuais romanos a crucificação era considerada uma punição terrível, escandalosa e bárbara, da qual se devia evitar até ouvir e falar sobre ela.Marco Túlio Cícero (o grande político e o maior orador romano) falou dessa punição horrorosa. Disse ele: “Era a mais cruel e revoltante penalidade, que devia ser reservada só para os escravos, e em último caso. A própria palavra cruz, devia não apenas ficar longe do corpo de um cidadão romano, mas também de seus pensamentos, de seus olhos e seus ouvidos”.Para o cidadão romano ou estrangeiro que tinha a cidadania romana, a pena capital era a decapitação pelo golpe de espada romana. 

''Quem não procura a cruz de Cristo, não procura a glória de Cristo”.A cruz é a expressão monumental do triunfo de Cristo. A cruz é o marco central do amor, da redenção humana pela graça de Deus. A mensagem mais poderosa do mundo é a proclamação da cruz de Cristo. É o maior escândalo e a maior loucura para os incrédulos.A verdadeira pregação do evangelho é centralizada no Cristo crucificado e ressuscitado (1 Cor. 2,2; At 2,23.24).De tantos crucificados numa terra pobre, miserável, conturbada, cheia de conflitos políticos e religiosos, tão distantes da capital do Império Romano, porque um crucificado causou tanta agitação para as autoridades judaicas e romanas?A resposta foi registrada por Mateus: “O centurião e os que com ele guardavam Jesus, ao verem o terremoto e tudo mais que estava acontecendo ficaram muito amedrontados e disseram: De fato, este era o filho de Deus!” (Mt 27,54).De todos os crucificados na Palestina, o Filho de Deus é o mais famoso de todos até o dia de hoje. A sua missão na cruz foi para salvar a humanidade e para que, em nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua confesse: “Jesus Cristo é o Senhor” para a glória de Deus Pai (Fl 2.10.11).A sua cruz foi fincada no monte do calvário na Palestina e sua ressurreição para o Universo. Jesus é a personalidade mais famosa do mundo, seja: na arte, na literatura, no cinema, no teatro e na internet.O Servo foi crucificado e ressuscitado como Senhor e Deus (Jo 20,28). Ele foi o Cordeiro imolado e humilhado para ser Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16).

Mas o anjo, respondendo, disse as mulheres: “Não tenhais medo, pois eu sei que buscai a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou.” (Mateus 28, 5.6)No primeiro dia da semana, algumas mulheres madrugaram para ir ao sepulcro do Senhor Jesus. Buscavam o crucificado, Mas não acharam o corpo dele, ao invés disso, encontraram um anjo que lhes deu essa magnífica notícia: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou”. Já ressuscitou – Ele vive! Aquele que por amor a nós foi para a cruz e cumpriu a obra infinitamente penosa da salvação agora está vivo. Vivo para nunca mais morrer. Temos um Senhor vivo e glorificado que nos ama. A quem podemos seguir, servir e adorar.Jesus satisfez todas as exigências de Deus em favor da humanidade. Tudo esta cumprido, por isso Deus o ressuscitou. No Gólgata, Cristo venceu o pecado, a morte, o diabo e o mundo.Já ressuscitou – Ele nos fez participantes da sua vitória! “Quem crê em mim, ainda que esteja morto viverá; e todo aquele que crê em mim nunca morrerá” (João 11, 25-26). Somos filhos de Deus estamos unidos ao Cristo vivo. A vida dEle é nossa vida. O Deus dele é nosso Deus. O Pai dele é nosso Pai. Portanto “se nós somos filhos, logo somos herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados” (Romanos 8,17).A ressurreição do Senhor Jesus é parte do fundamento da fé cristã.O significado da ressurreição de Cristo está enfatizado em Romanos 4.25: “O qual nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa salvação e justificação”. Cristo morreu na cruz em nosso lugar. Ali Deus o castigou por nossos pecados.Deus foi infinitamente glorificado pela obra de seu filho, e como demonstração de sua aprovação o ressuscitou. Em virtude disto sabemos que o sacrifício de Cristo foi aceito. Com toda tranqüilidade podemos descansar nessa certeza. Ele também é à base de nossa confiança em Deus e em sua Palavra.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Lobos Vs Ovelhas

                                                                                                    
                                                                                                                    Por Silene Marques

A baixa qualidade das mensagens em nossos dias é perceptível ao compararmos as mensagens dos discípulos do Novo Testamento com tantas falsificações e inovações na atualidade que corrompem e afastam o povo da simplicidade que há em Cristo (2Co 11.3). Muitas das pregações contemporâneas em muito se diferem das pregações na igreja primitiva.

A manifestação divina se dá quando há a exposição verdadeira Palavra:
Na igreja primitiva, os apóstolos tinham grande estima e respeito pela Palavra. A ênfase era que se arrependessem (Mc 6.12), o Reino de Deus (Lc 9.2; At 28.31), o batismo de arrependimento (Lc 3.3). Quando pregavam a Palavra com ousadia, o poder de Deus se manifestava de forma poderosa, o que implicava em sinais, prodígios, milagres, curas (At 14.3). Naquele tempo também já havia heresias nas igrejas. Mas hoje o que constatamos é um excesso de meninices e manifestações abusivas e extravagantes sem nenhuma sustentação bíblica, sendo classificadas como “poder de Deus”. Segundo a Bíblia, para os que são salvos, poder de Deus é a Palavra da cruz (1Co 1.18). E a Palavra do Senhor nos mostra que os sinais da parte de Deus se manifestam em decorrência da pregação genuína do Evangelho (At 2.43; 6.8; 8.4-8; 14.3; 15.19; Hb 2.4).

 Pregações inspiradas pelo Espírito levam a Cristo; espetáculos levam somente ao emocionalismo:
Os servos de Deus falavam inspirados pelo Espírito, o que levava as pessoas à verdadeira conversão, tendo eles convicção do pecado e recebendo libertação. Não tinha nada em comum com os espetáculos e historinhas que presenciamos em nossos dias, em que impera o puro emocionalismo sendo confundido com unção. Pregações genuínas, inspiradas pelo Espírito, levam os convertidos a permanecerem firmes sem se desviar e serem renovados pelo Espírito. “Somente quando o evangelho é proclamado com poder, como declara o NT, é que o mundo perdido pode ser ganho para Cristo” (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD. nota At 4.30, p. 1637). Como ouvirão se alguém não pregar? E como crerão em Jesus se não ouvirem a seu respeito? (cf. Rm 10.14)

 A exposição bíblica nos ensina o bom testemunho e a ter paz nas tribulações; a superficialidade não produz frutos:
Os que ouviam as pregações inspiradas pelo Espírito, proclamadas com fé em Cristo e certeza, permaneciam firmes, passando pelas tribulações com gozo no Espírito Santo de maneira que eram exemplo (1Ts 1.5-7).
Pelo contrário, o que vemos são manifestações passageiras e infrutíferas, que não são frutos da exposição bíblica, mas de pregações superficiais de pura utopia ministrada nos púlpitos de hoje, que ultrapassa a racionalidade levando o povo a rejeitar a cruz, e geralmente são seguidas de uma frustração quando aparecem as lutas.

A simplicidade da Palavra de Deus convence; a vaidade e prepotência de palavras de homens não leva à reflexão
O apóstolo Paulo tinha convicção de que não era sua persuasão ou inteligência que convenceria as pessoas de seus pecados e do evangelho, mas pregava a mensagem com simplicidade. Ele tinha estudo e preparo, porém se conservava em total dependência da direção e poder do Espírito Santo (1Co 2.4,5).
Hoje vemos homens vaidosos e autosuficientes, que não anunciam a simples e pura Palavra de Deus, mas sim as suas próprias palavras, que abalam as estruturas emocionais do povo, visando seus próprios interesses e projeção com seus shows de exibicionismo, mas não os levam a refletir acerca do Evangelho.

 O Culto a Deus foi transformado em Culto ao “eu”
Com as pregações e “hinos” modernos, que afagam nosso ego, o culto agora é para nós! Assim como as pregações, no que diz respeito a louvores, dificilmente encontramos letras que contenham algum louvor a Deus. Cantam e pregam mais exaltando o ser humano.
A maravilhosa mensagem da cruz, que foi ensinada com tanto amor, dedicação e ousadia pelos discípulos da igreja primitiva, hoje está sendo desprezada, em favor de um falso evangelho, triunfalista e completamente deturpado. O sangue que Jesus derramou por nós foi relegado e a cegueira espiritual se alastra, dando espaço a uma pregação que somente enfatiza o bem-estar humano, como a Teologia da Prosperidade.

Ensinavam a examinar as mensagens e profecias e expunham suas críticas contra os erros, pois o foco era a Palavra; hoje alguns ensinam que devemos ignorar as heresias e os falsos profetas, pois não podemos “julgar”:
 As Escrituras nos diz que os discípulos de Jesus advertiam o povo, de como deveria ser o culto, visando a adoração a Deus, a comunhão entre o corpo de Cristo, utilizar os dons para a edificação da igreja e não para ostentação, um culto sem confusão, com ordem e decência (1Co 14.33). Seu foco era as Boas Novas. Combatiam o mundanismo, lutavam contra o mal, ensinavam a não tolerar erros, pecados, falsos profetas e heresias. Parte da igreja de hoje condena os que buscam denunciar tais coisas, ignorando as diretrizes bíblicas. Reprovar heresia virou sinônimo de “murmuração” ou “crítica” para os que dão espaço para estes erros.


Pregavam a Nova Aliança do Senhor Jesus; os pregadores que não têm compromisso com Palavra não pregam o Novo Testamento:

Há uma enorme diferença entre uma mensagem sólida, cuja essência é Jesus Cristo e este crucificado (1Co 2.2), e uma pregação em que há barulho demasiado, emocionalismo sem unção, carnalidade, com palavras que impressionam, mas destituídas de conteúdo, que não trazem edificação, reflexão, arrependimento, transformação. Mensagens aparentemente bíblicas, mas sem cruz e sem Jesus. Literalmente sem Jesus, visto que os pregadores modernos concedem visível destaque ao Antigo Testamento, pois pouco ouvimos alguma referência sobre o Novo Testamento sendo citadas em suas mensagens.

Os apóstolos honravam a Deus e à sua Palavra. A mensagem proclamada pela igreja primitiva era Cristo crucificado (cristocêntrica), e não historinhas, gritos, invencionices, o valor humano (antropocentrismo), busca excessiva por milagres, práticas do tempo da lei, misticismo. Algumas pessoas hoje não contentam com o que é simples, em apenas viver para Deus, elas querem viver algo mais, e por isso demonstram simpatia e receptividade aos pregadores contemporâneos.
Mas graças a Deus hoje ainda encontramos pessoas (pastores, pregadores, irmãos) que fazem a diferença, que resplandecem como luz no meio das trevas que tomam conta do mundo, que defendem a sua fé a qualquer custo, que zelam realmente pela Palavra de Deus, que estão dispostos a permanecer na Verdade mesmo que esta venha a desagradar as pessoas. Antes, desejam ardentemente agradar a Deus (Ef 6.6; Gl 1.10 ). No meio de tanta apostasia, falsos ensinos, evangelhos estranhos, ainda encontramos quem prega, quem ama, e quem suporta a sã doutrina. Pessoas comprometidas com Deus, que não pregam a si mesmo, mas pregam a Cristo Jesus, o Senhor (2Co 4.5), que é a essência do Evangelho.

terça-feira, 8 de junho de 2010

A benção de ser um derrotado

Por Pablo Massolar


Ninguém gosta de perder... A perda sempre gera momentos de dor, angústia, frustração, insegurança em relação ao futuro e quase nunca estamos preparados emocionalmente para perder, seja pela surpresa, pelo inesperado que nos atropela de repente ou por precisar abrir mão de algo importante.
Numa sociedade viciada em ganhar, onde, desde muito pequenos, somos adestrados e incentivados a agir sempre competitivamente em todas as coisas, aprendemos que somente os fracos perdem.
Em tempos como os que vivemos, a derrota parece ser o não sucesso, o não se sobressair tanto no mercado de trabalho como na conquista de uma pessoa desejada, não alcançar algo que se quer ou perder para alguém mais forte, aparentemente melhor preparado que a gente.
Não é tão incomum, e aliás está se tornando uma doença crônica que vai se alastrando incontrolavelmente, ouvir até mesmo os ambientes religiosos reproduzindo o velho discurso a favor da "vitória" a qualquer custo.
Mesmo que para isto seja preciso abrir mão do bom senso, do Evangelho puro e simples ensinado por Jesus, não como um meio de ganhar tudo o que se quer ou se deseja, mas, mesmo na aparente derrota, encontrar o caminho da consciência pacificada de que todas as coisas cooperam sempre para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo um propósito infinitamente maior do que perder ou ganhar.
Até mesmo a perda ou o não ser atendido na petição que fazemos se torna motivo de glória e livramento incontáveis vezes. Na perspectiva do Reino nem sempre os "vitoriosos", os "fortes" ou aqueles que chegam em "primeiro lugar" cheios de "honras" herdarão a terra.
Tenho visto uma geração inteira dentro dos templos/mercados pagando, e pagando muito caro, alguns dão o que não podem para tentar se tornar "vitoriosos" segundo as suas próprias perspectivas viciadas e distorcidas. Dão ofertas/oferendas generosas, fazem pactos, propósitos, compram o favor das entidades ou das forças e elementos da natureza afim de se tornarem imbatíveis.
Querem fechar o corpo, ganhar força e poderes sobrenaturais para jamais perderem. Como se fosse possível, tentam até mesmo comprar o "in-comprável", acham que Deus é um negociador que distribui bens, fortuna e sucesso em troca de moedas, sacrifício ou serviço abnegado. Eles até ganham alguma coisa, conquistam lugares, pessoas, situações e demandas, mas acabam perdendo o essencial da vida. "Ganham" sempre, mas ganham sem paz, sem alegria, sem sabor e sem verdade.
Precisamos entender que nossa limitada e frágil humanidade, nossa derrota diante das vitórias que provocam mais mal do que bem, na verdade, é uma bênção. É exatamente a capacidade de perder que nos faz crescer para a vida. A perda não é sinal de fraqueza, mas sim de força pois é neste momento que a consciência de que não somos indestrutíveis cresce ou que nossa aparente força nada é, que descobrimos o dom do quebrantamento.
Por incrível que pareça, o poder de Deus em nossas vidas se aperfeiçoa mesmo é na fraqueza, no reconhecimento de que o controle de todas as coisas é somente Dele. Perder ou ganhar, neste sentido tanto faz, é só mais um aprendizado.
A arrogância dos "vencedores" e dos "poderosos" é, de fato, a anti-vitória. Quem ganha sempre forçado ou comprado, está acumulando para si próprio uma perda irrecuperável, a destruição dos valores fundamentais da vida, da segurança de passar pelo vale da sombra da morte sem temer mal algum porque a presença Daquele que habita o coração dos quebrantados e humildes o acompanha.
Não! Eu não quero ganhar sempre, decretado, comprado ou profetizado... Ganhando ou perdendo, vou seguir minha vida habitando com Aquele que me faz mais do que vencedor até mesmo nas derrotas que me sobrevém, sendo seguido pela bondade e pela misericórdia todos os dias da minha vida.
Eu não sei se amanhã eu vou ganhar ou perder, a única certeza que está viva e pulsante no meu coração, todos os dias, é que eu sei em Quem tenho crido e sei também que Ele é fiel e poderoso para me guardar até mesmo no dia da derrota, no dia mal.
O Deus que chamou para junto de si os fracos e sobrecarregados te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
 
 
caminhado na Graça

sábado, 29 de maio de 2010

O Remédio para a pobreza Espiritual


Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.

Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: “Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres.”

Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são “cristãos” da boca para fora. Jesus os chamou de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro”
O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu “ouro refinado no fogo”. Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, “comprar o ouro refinado no fogo”, oferecido por Cristo.

Alisson Bruno

terça-feira, 25 de maio de 2010

Andar com Deus

A interessantíssima biografia de Enoque é registrada na Bíblia em dois pequenos versos. Um deles diz: "Andou Enoque com Deus; e não se viu mais porquanto Deus para Si o tomou" (Gênesis 5:24).

Se há uma coisa que entendemos, desde a narrativa da criação do ser humano, é que o Senhor nos criou para "andar" com Ele. Por isso, nos fez à Sua semelhança. E por isso, Ele nos ama. A Bíblia, porém, nos fornece uma lista imensa de pessoas que não "andaram" de acordo com Ele. Por que será que a Bíblia não descreve detalhadamente a maneira como Enoque viveu.
Esta pergunta sobre o que é, afinal de contas, o "andar com Deus", é semelhante à pergunta: o que foi, de fato, o "espinho na carne", na vida de Paulo? O não sabermos a resposta abre caminho para a conclusão: "à semelhança de Paulo, cada um de nós tem lá, seu próprio "espinho". Da mesma forma, é possível dizer que "andar" com o Senhor é sempre um relacionamento pessoal, particular, entre cada um de nós e o nosso Deus. Na relação dos heróis da fé, na carta aos Hebreus, não encontramos ninguém perfeito. O Senhor conhece nosso coração.
Mesmo não sendo perfeitos, vale a pena, pela fé, andar com Ele.

Alisson Bruno

terça-feira, 18 de maio de 2010

Hoje é Dia de Boas Novas

Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: "Este é dia de boas novas e nos calamos..." (II Reis 7:9).

Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?
Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!

Por Alisson Bruno

sábado, 8 de maio de 2010

Os devotos e seus ídolos de auditório

                                                                                                                              por Silene Marques

 


É impressionante o quanto os animadores de auditório reúnem cada vez mais seguidores. Os devotos dos pregadores super poderosos os consideram infalíveis, pois basta alguém tentar apontar suas heresias, que eles logo tomam suas dores. Quem ousa falar sobre os “ungidos” sempre é acusado de murmurador, semeador de contendas, frio, antipentecostal, etc., por seus fiéis e cegos devotos.
Já presenciei, com tristeza, pessoas, com olhar de verdadeira idolatria para seus ídolos, como fazem os romanos, com uma devoção imensa, com olhares completamente hipnotizados e apaixonados. Cenas praticamente idênticas. O que difere é o fato de que os devotos dos ídolos vivos combatem o erro dos devotos de imagem, mas na prática caem nesse engano tão cegos quanto estes.

Esse tipo de pregadores são os que mais encontram espaço nas igrejas, pois são aceitos. O povo permite, deseja, gosta, idolatra, porque são mestres conforme as suas próprias concupiscências (2Tm 4.3). Por isso o seguem e defendem. A minoria que examina tudo e não engole qualquer coisa não é vista com bons olhos, e é um problema na vida dos fãs dos super poderosos, que são capazes de adaptar versículos para proteger seus ídolos. São os versículos de sempre, isolados do texto, que até já se transformaram em chavões na boca dos "super espirituais" e de seus devotos, como “não podemos julgar”, “não toque no ungido”, os versículos de 1 Coríntios que falam de “ loucura”. Todos citados fora do sentido do texto para se adequar servindo de desculpa.

Os conceitos se inverteram. O amor à sã doutrina, à Verdade, à Nova Aliança do Nosso Senhor Jesus, virou sinônimo de religiosidade. A Palavra de Deus foi deixada de lado, pois muitos têm coceira nos ouvidos e não suportam a sã doutrina. Desviaram-se da verdade voltando às fábulas (2Tm 4.3,4). Só querem servir à sua carne e aos seus próprios interesses.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Como vai sua Obediência

Qualquer Cristão, quer seja obreiro, líder ou não, pode ser

enquadrado em Mat 7:26-27 se ele/ela for apenas ouvinte e não
praticante das palavras de Jesus. Não é o conhecimento ou a
compreensão, o ensino ou proclamação das palavras de Jesus que
salva. É a obediência a elas. Obediência a Jesus salvará vidas
eternas. William Barclay contou a história de um navio da marinha
britânica que rebocava outro navio maior, durante uma tempestade. O
navio menor puxava o maior por meio de um enorme cabo de aço. De
repente, no meio do vento e chuva, ouviu-se uma palavra só, gritada
pelo comandante do navio de reboque. "Abaixem! Abaixem!" Num
instante a tripulação se jogou no chão. Naquele momento o cabo de
aço arrebentou e varreu o convés do navio feito um enorme chicotel.
Qualquer homem atingindo pelo cabo teria morrido na hora. Mas, a tripulação inteira obedeceu e ninguém se feriu. Se alguém tivesse
parado para discutir, ou perguntar porque, seria um homem morto.
Obediência salva vidas. É por isso que Jesus nos chama a obedecer
as suas palavras. Elas salvam vidas. Barclay concluiu que a
obediência a Jesus "é a única fundação segura para uma vida; e ele
promete que qualquer vida fundada em obediência a ele é segura, não
importa as tempestades que venham." Você está ouvindo as palavras
do Comandante? Como vai a sua obediência?

domingo, 14 de fevereiro de 2010

DDD ''Geração Atual''




Estamos vivendo no meio da geração mais egoísta, individualista e gananciosa que o cristianismo já produziu ao longo de sua história. Infelizmente, hoje há um inimaginável apego ao sucesso terreno como fruto da verdadeira fé. E este sucesso, além de terreno é mundano, pois pouco importa os meios, o que interessa são os resultados. Há um pragmatismo que impera no meio cristão e faz com que só se entenda fé através de vida próspera, saúde inabalável e repreensão de demônios. É a geração DDD que nada tem a ver com “Discagem Direta à Distância”, mas com o trinômio “Demônios, Dinheiro e Doença” que norteiam boa parte dos nossos cultos.
Boa parte das experiências religiosas visa a cartase do espetaculoso nas expulsões de demônios, alguns pregadores chegam mesmo a convidar pessoas supostamente endemoniadas para serem entrevistadas” antes de terem o suposto espírito maligno expulso. Outras vertentes fincam suas bandeiras na cura física, em alguns locais vemos aglomerações de pessoas tentando tocar no líder a fim de poder receber cura. Tais ministérios fazem da cura de doenças o seu argumento de salvação e veracidade, seu selo de autenticidade. Outros, ainda, centram fogo no dinheiro, na prosperidade financeira como pedra angular da fé. Recentemente, foi exibida a casa de um desses líderes com mimos de fazer corar de indignação, pela ostentação, muitos milionários que buscam vida discreta e sem esnobismos.
Este é o mundo onde eu e você estamos inseridos. Um mundo de sentimentos superficiais, de adoração que pouco tem a ver com transformação de vida, de amor interesseiro nas bênçãos e nos supostos direitos adquiridos. Uma geração preguiçosa que detesta EBD e só se mobiliza quando há cultos festivos; que tem ojeriza aos cultos de oração, mas que não perde um “louvorzão”; que se entedia com as pregações que não sejam repletas de palavras de ordem, garantias de vitória e gritos de guerra.
O resultado disso tudo é que, apesar de já sermos mais de quinze por cento da população do país, a triste verdade é que fazemos muito pouca diferença. Para nossa geração o que importa é o eu. O nosso ego satisfeito é o que resume a nossa fé. Se eu estou bem financeiramente, se minha família não encontra problemas de relacionamento ou de vícios, se a saúde dos meus está boa. Pouco importa as necessidades dos outros. Posso quando muito orar, se lembrar, entre um pedido e outro que faço para meus próprios interesses.
Esta é a geração DDD. Este é o cristianismo atual. Mas você não precisa estar incluso nele. A Palavra do Senhor nos fala de um homem chamado Elias que um dia, vendo a corrupção da sua geração, pediu a morte como alívio. Mas o Senhor o lembrou que ainda havia um remanescente fiel que não havia dobrado seus joelhos ante a Baal.
Sempre houve um remanescente fiel, sempre haverá. E agora, neste momento há uma geração de verdadeiros adoradores que não necessitam da benção para crer, que não buscam barganhas com Deus para servi-Lo, que têm na presença Dele o motivo de sua fé. Uma geração de homens e mulheres que experimentaram o arrependimento e andam em santidade, não por medo, não por interesse, mas unicamente por um coração transformado que simplesmente não sente prazer em obras mortas.
A esta geração de Cristo, que nunca será vencida e que avança contra todo o tipo de opressão maligna e liberta os cativos arrebentando as portas do inferno. A esta geração cabe a missão de se posicionar com mansidão e amor para proclamar o verdadeiro evangelho que não se baseia na prosperidade, nem na cura, nem nas intermináveis campanhas de exorcismos, nem em festividades vazias, mas na presença do Senhor Jesus, na graça, no arrependimento e na cruz.


Que o Senhor nos capacite a participar desta doce revolução.





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Estou Satisfeito com Jesus?



"Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam
em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês
muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se
preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?"

-- Mateus 6:26-27

Parte do nosso problema com os cuidados desta vida é que,
diferente das aves do céu, não estamos mais satisfeitos com a
semente que o Senhor coloca para nós - queremos outra marca, outro
tipo, algo novo. A mídia declara em todas as suas formas
(televisão, rádio, revistas e outdoors) e comprova com suas
campanhas insistentes que sempre tem algo "melhor". E lá vamos nós
correndo atrás. O que Jesus declara com suas palavras nesta
passagem é a inutilidade da preocupação com essas coisas. De fato,
a preocupação não só não produz nada de bom, ela nos prejudica de
diversas maneiras. Os médicos já demonstraram que a preocupação é
uma das principais causas de enfarte, úlceras, problemas gástricos
e doenças do sistema nervoso. Não somente não ganhamos nada com a
preocupação; nós perdemos. Perdemos sono, perdemos saúde e no final
das contas perdemos dias de vida que podiam ser desfrutados em paz
e contentamento, se não estivéssemos nos preocupando com coisas que
não podemos mudar. Não acrescentamos nenhuma hora a nossa vida.
Pelo contrário, perdemos horas de vida. Confie em Jesus. Ele já deu
sua vida por você, e agora Ele quer lhe dar uma vida bem melhor não
só no porvir, mas aqui e agora a partir de hoje. Confie em Jesus.
A cultura, o comércio e até os governos do mundo em que vivemos
parecem estar dirigidos cada vez mais a provocarem um consumismo
desmedido. Novos desejos são estimulados, e necessidades antes
desconhecidas são despertadas. Para tudo isso insistem que
precisamos de novos "produtos" e "serviços". É como José Comblin
notou, "a civilização ocidental atual parece uma máquina de
despertar e satisfazer desejos". Sempre tem algo "novo". Moda nova,
aparelhos novos, soluções novas para nossas carências emocionais e
até espirituais. E sentimos que temos que possuir ou experimentar
essas novidades. Não percebemos que, como o autor de Eclesiastes
declarou, estamos correndo atrás do vento (Ecl 1:14). Cada novidade
ocupa mais da nossa visão e ficamos cada vez mais cegos para a
verdadeira solução. Jesus nos promete alívio - e só Ele pode dar.
"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu
lhes darei descanso" (Mt11:28). Mas, há um fardo que Jesus não pode
aliviar. É o peso que nós colocamos em nós mesmos. Preocupação e
ansiedade sobre coisas que Jesus nos promete, mas ainda não deu, ou
já nos deu, mas ainda não aceitamos, cria um fardo que Jesus não
pode levantar. O livramento desse fardo depende da nossa fé e só
será levantado quando descobrimos quem Jesus é e o quanto Ele já
fez e vai fazer por nós.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cair no Espírito,Verdade ou Mentira?

Em 1923, o missionário sueco Gunnar Vingren, um dos fundadores da Assembléia de Deus no Brasil, fora informado de que um certo movimento pentecostal começava a alastrar-se por Santa Catarina. Sem perda de tempo, Vingren deixou Belém do Pará, berço do pentecostalismo brasileiro, e embarcou para o Sul. No endereço indicado, veio ele a constatar: "Não se tratava de pentecostes, mas de feitiçaria e baixo espiritismo".



Embora fervoroso pentecostal, Gunnar Vingren não se deixou embair pelo emocionalismo nem pelas aparências. Ele sabia que nem tudo o que é místico, é espiritual; pode brilhar, mas não é avivamento. O misticismo manifesta-se também em rebeldias e mentiras. Haja vista as seitas proféticas e messiânicas.

Teve o nosso pioneiro, como precavido condutor de ovelhas, suficiente discernimento para não aceitar aquele arremedo de pentecostes. Fosse um desses teólogos que colocam a experiência acima da Bíblia Sagrada, o pentecostalismo autêntico jamais teria saído do nascedouro.

Entre as manifestações presenciadas por Gunnar Vingren, achava-se o "cair no poder" que, já naquela época, era conhecido também como "arrebatamento de espírito". À primeira vista, impressionava; fazia espécie. Não resistia, contudo, ao mínimo confronto com as Escrituras. E nada tinha a ver com as experiências semelhantes que se acham nas páginas da Bíblia.

Irreverente e apócrifo, esse misticismo não se limitou à geração de Vingren. Continua a assaltar a Igreja de Cristo com demonstrações cada vez mais peregrinas e contraditórias. O seu alvo? Levar a confusão ao povo de Deus. No combate a tais coisas, haveremos de ser enérgicos, sábios e convincentes. Mas sempre equilibrados. Através da Bíblia, temos a obrigação de mostrar a pureza e a essência de nossa crença, e a "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos" (Jd 3).

I - O Que é o "Cair no Espírito"?


Embora não seja alguma novidade, o "cair no Espírito", como vem sendo caracterizado, começou a ganhar notoriedade a partir de 1994. Neste ano, a Igreja Comunhão da Videira do Aeroporto de Toronto, no Canadá, passou a ser visitada por milhares de crentes - todos à procura de uma bênção especial. Ao contrário das demais igrejas pentecostais, que buscam preservar a ortodoxia doutrinária, a Igreja do Aeroporto, como hoje é conhecida, granjeou surpreendente notoriedade em virtude das manifestações que ocorriam em seus cultos.Dizendo-se cheios do Espírito, os freqüentadores dessa igreja começaram a manifestar-se de maneira estranha e até exótica. Em dado momento, todos punham-se a rir de maneira incontrolável; alguns chegavam a rolar pelo chão. Justificando essa bizarria, alegavam tratar-se de santa gargalhada. Ou gargalhada santa? Outros iam mais longe: não se limitavam ao estrepitoso dos risos; saíam urrando como se fossem leões; balindo, como carneiros; ou gritando, como guerreiros. E ainda outros "caíam no Espírito".

À primeira vista, tais manifestações impressionam.
Impressionam apesar de não contarem com o necessário respaldo bíblico. Entretanto, não podemos nos deixar arrastar pelas aparências nem pelo exotismo desses "fenômenos". Temos de posicionar-nos segundo a Bíblia que, não obstante os modismos e ondas, continua a ser a nossa única regra de fé e conduta.

II - O Cair no Espírito na Bíblia

Nas Sagradas Escrituras, o cair no Espírito não chega a ser um fenômeno; é mais uma reação reverente diante do sobrenatural. Registra-se apenas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, 11 casos de pessoas que caíram prostradas, com o rosto em terra, em sinal de adoração a Deus. E tais casos não se constituem num histórico; são episódicos isolados. Não têm foro de doutrina, nem argumentos para se alicerçar um costume, nem para se reivindicar uma liturgia; não podem sacramentar alguma prática. Afinal, reação é reação; apesar de semelhantes, diferem entre si. Como hão de fundamentar dogmas de fé?

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Fala Deus



Em toda a história da biblía,vemos Deus falar de todas as maneiras.Falava para exortar,prometer,confortar, revelar e instruir.Deus nunca precisou de um porta-voz,Ele o fez quando achou necessário.Hoje em muitas igrejas por aí,vemos homens e mulheres querendo ser a voz de Deus,querem agradar o público,mas infelizmente desagradam a Deus.Precisamos aprender a ouvir a voz do Senhor em nossas vidas,quando lemos a biblía vemos o Deus se relacionando com Abraão,Moisés,Isaque,Davi e tantos outros profetas e reis,então ficamos a nos perguntar:
Como conseguiam ouvir a voz de Deus?
Como se relacionavam com Deus ao ponto de ouvir sua voz?
A resposta é simples.
Só vamos conseguir ouvir verdadeiramente a voz de Deus,quando nos dispor a ser obedientes  a sua palavra. Quando chamamos a Jesus de Senhor,estamos nos colocando a total disposição,é abrir mão das nossas vontades e desejos para realizar a vontade Dele.
Se realmente você deseja ouvir a voz de Deus,primeiro é necessário calar a sua.
Ouvir é muito mais que escutar;Ouvir é transformar a palavra em ação.

É necessário,não apenas querer ouvir a Deus,mas também buscar sua voz.
Através de Jesus,hoje temos livre acesso ao Pai,podemos nos relacionar a qualquer momento e hora,pela graça do Senhor Jesus,somos feitos filhos de Deus,e como um bom filho nosso dever é de ouvir e obedecer a voz de Deus.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O nascer em Cristo

Será que as pregações superficiais que ouvimos com frequência, que levam as pessoas a pular, gritar, sapatear, também estão levando-as a experimentar um novo nascimento?

O novo nascimento não se resume a um emocionalismo motivado por pregações triunfalistas e de auto-ajuda. Pregações que levam o povo a pular, dançar, chorar, rir, mas que não levam a uma reflexão intensa, visto que se exclui uma das características do culto pentecostal, que deve ser racional.

Há algumas pessoas, não todas, que vão à frente aceitar a Jesus, mas nem sempre têm a real consciência deste ato ou demonstram transformação de vida, pois foram movidas apenas pela emoção, ou por medo, pressão e palavras de quem deseja fazer o papel que cabe ao Espírito Santo, ou por estarem convencidas através de mensagens distorcidas de que Deus é um papai Noel que quer apenas lhes dar bens materiais e saúde perfeita.
Aquele que é verdadeiramente nascido de novo ama a Palavra, ama a Jesus, ama o seu próximo. Mas as mensagens triunfalistas enfatizam sempre a vontade e o bem-estar humano, a vitória sobre os que te prejudicaram ou te invejaram, despertando nos corações um desejo de vingança e uma pontinha de rancor. Este tipo de mensagem estimula a avareza, ensinando que você tem que ser sempre próspero materialmente e que Deus tem que te dar tudo aquilo que você determinar, decretar,profetizar, ordenar, como se fossem palavras mágicas.
O novo nascimento vem pela fé no sacrifício de Cristo, e raramente ouvimos uma pregação genuína da Palavra contendo esse tipo de mensagem. E quando ouvimos, o pregador corre o risco de ser chamado de radical.
Nascer de novo é muito mais do que chorar, ou do que sapatear e rodopiar como um descontrolado, é mais do que emoções provocadas por uma mensagem superficial repleta de palavras agradáveis mas que não edificam espiritualmente. São palavras que o povo “quer” ouvir, “gosta” de ouvir, mas não o que “precisam” ouvir.

Nascer de novo é se tornar filhos de Deus, se arrepender, se quebrantar, viver uma vida baseada na Palavra de Deus e guiada pelo Espírito Santo.
Não digo que não choramos ou não nos alegramos diante da presença de Deus. Mas o quebrantamento é algo mais profundo que o choro. Ser espiritual é mais profundo do que qualquer estardalhaço. O espiritual é mais profundo e importante do que o emocional. Manipulação humana nenhuma poderá levar alguém à realmente nascer de novo. Somente o Espírito Santo tem o poder para realizar esta obra, que ocorre através da exposição fiel da Palavra.



por Silene Marques

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A vontade de Deus é outra...


 Jovens,a sociedade decadente atual perverte muito o sentido do namoro. Programas de televisão fazem concursos de beijos sensuais. O "Dia dos Namorados" é conhecido por aumentos de vendas de lingerie e propaganda de motéis. Para muitos, a prática sensual de "ficar" vem antes de conhecer o nome da pessoa, e sem nenhum compromisso pessoal. Em muitas escolas, relações sexuais ilícitas são consideradas normais, e até incentivadas pelas conversas entre alunos e professores. A vontade de Deus é outra. Independente das atitudes liberais da sociedade, Deus considera errada qualquer relação sexual fora do casamento. Relações íntimas fazem parte do casamento conforme o plano de Deus, porém "Deus julgará os impuros e adúlteros" (Hebreus 13:4). O servo de Deus precisa fugir da impureza, porque a imoralidade é pecado contra o próprio corpo, que é o santuário do Espírito Santo (1 Coríntios 6:18-20; veja também Gálatas 5:16,19; 1 Coríntios 7:9).
Não é só o ato sexual em si que é pecaminoso. Devemos evitar, também, as atividades e as conversas que alimentam desejos sexuais. Pessoas do mundo podem considerar passeios à praia, noites numa danceteria ou horas a fio agarrados no portão da casa atividades normais para os namorados, mas os cristãos não seguem o padrão sensual do mundo. Algumas perguntas podem ajudar a evitar a imoralidade. O seu nível de contato físico os aproxima de Deus, ou os afasta dele? A sua roupa aumenta o respeito que seu namorado tem por você, ou cria nele desejos que podem ser difíceis de controlar? Se assistirem àquele filme, serão edificados ou enfraquecidos?



pense nisso...e viva uma vida completamente voltada para Deus

sábado, 16 de janeiro de 2010

Igreja em Silêncio



Estamos vivendo hoje no tempo do silêncio na vida cristã. Não do silêncio de intrigas e mexericos; pois esse se recusa a calar. Refiro-me no silêncio medroso que trava a língua de muitos filhos de Deus que não sabem responder a razão da sua fé (I Pe 3:15). Esses tais não se tratam de pessoas acanhadas, tímidas, não! Eles estão nas melhores empresas, ocupam cargos de destaque e influência, freqüentam shoppings e restaurantes e são bem informados. Dominam a tecnologia moderna, falam vários idiomas e estão “plugados” no mundo via internet com todos os recursos que ela pode oferecer.

Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão (Lc 19:40). Esses crentes silenciosos, conscientes ou não, pouco ou nada contribuem para o avanço do Evangelho. Eles talvez não se dêem conta de que a salvação que Deus fez em suas vidas constitui-se numa poderosa pregação, de alcance profundo às pessoas no convívio diário. Muitos são tão anônimos que mais parecem “agentes secretos” infiltrados entre as massas. Eles não se identificam, não mostram as credenciais da santidade, não se arriscam a dizer o que são. E se por algum motivo são descobertos, fazem como Pedro, horas antes da crucificação do seu mestre: “Homem, não compreendo o que dizes” (Lc 22:60).

Reflita nisso! É como se tais pessoas vivessem disfarçadas o tempo todo, tirando a camuflagem só no domingo, na igreja. Ou será o contrário? Disfarçam-se no domingo e nos outros dias vivem o que realmente são?!

A Bíblia mostra-nos claras orientações para não deixarmos de falar do grande amor de Deus. Não importa se sejamos taxados de fanáticos ou coisa do tipo; é preciso falar. É claro que é preciso fazê-lo com ética e sabedoria. Não temos que ser intransigentes movidos por um radicalismo doentio que assusta e inibe as pessoas, afastando-as ainda mais da verdade. É preciso olhar para o maior de todos os exemplos Jesus! Ele ia às festas, não era um anônimo. Lá ele fazia a diferença, contagiava com sua presença (Jo 2:1-12). Ninguém que cruzasse o caminho do Mestre poderia ser o mesmo depois do encontro. O impacto era tão grande e tão visível que consciências eram despertadas, corações eram transformados e vidas rompiam definitivamente com o pecado (Jo 4:5-30). Não podemos ser chamados cristãos, até que haja em nós a mesma determinação.





Fonte:Verdade viva








sábado, 9 de janeiro de 2010

O Homem de Nazaré(Parte3)


Seu Ministério estava no auge,com isso o ódio dos fariseus aumentava;Ele atendia a todos,era paciente e sempre agia com tranquilidade.Conseguia usar a sua inteligência,como uma alternativa de levarem as pessoas a pensar.
A multidão ia crescendo,sempre em busca de algo,a maioria queria ver milagres,mas no entanto não entendia sua verdadeira missão.
Esse homem tocava tão profundo nos corações das pessoas a ponto de ganhar confiança em um pequeno gesto.Não tinha medo de falar,encarava a todos nos olhos.pregava a verdade e nunca se deixou levar por opiniões alheias.Com facilidade conseguia expor todos os seus conceitos e sua doutrina.
No Getsêmani, poupou seus amigos de sua angústia,e sozinho orava.Conseguia percorrer em um ponto acima de oração, conseguia fazer com que a palavra oração fosse muito mais do que simplismente ajoelhar-se diante do Pai, Não tinha tempo ou hora certa, o certo era que anseiava sempre em orar.
 Suas Palavras eram sempre em favor dos outros, mas em uma única ocasião, chegou a transpirar sangue quando pedia por Ele mesmo.Sozinho,abatido,triste.Lá estava um Homem completamente ferido, sua alma não se aquietava e sua  mente focada em um único propósito.Ganhar o amor do mundo.
 Quando foi preso, ainda assim se manteve com uma postura que nenhum outro teve, conseguia ensinar em meio a um clima tenso.
Soldados com medo; medo de um Homem desarmado e frágil,mas com grande capacidade de impactar com suas palavras,
 afirmou,sem meias palavras,que se quisesse,poderia ter imediatamente sob seu controle mais de doze legiões de anjos.Como poderia alguém tão lúcido,coerente,inteligente,capaz de superar as intempéries como um maestro,estar tendo um surto psicótico?Cristo em momento algum abandonou sua lucidez.Era tão sereno que teve gestos que nem os mais ilustres pensadores seriam capazes de demonstrar num foco de tensão como aquele.Chamou seu traidor de amigo e deu-lhe a oportunidade de corrigir os pilares de sua vida.
Quem poderia compreendê-lo?
Jesus nunca esperou algo de seus discípulos,não exigiu nada deles,apenas previu que com medo eles o abandonariam.Conseguia ensinar muito e cobrar pouco, não se irritou com falhas, só esperava que os outros lhe pedisse ajuda.

Até quando sua voz se calou diante de seus acusadores,mesmo assim os ensinava.Ninguém nunca viu alguém agir assim,seu silêncio para eles era uma tormenta,não compreendiam como um Homem pudesse estar inerte a acusações que o poderiam levar a morte.
 Não abriu a boca diante daqueles que o condenavam, não disse quaisquer palavra em sua defesa, e quando falava algo, conseguia com apenas uma palavra os deixar ainda mais intrigados...
Ali estava um homem,ferido,maltratado,humilhado e mesmo assim; ensinando.
Recebeu o castigo que era para mim e você,as bofetadas, a coroa, os açoites eram para nós!!
Como uma ovelha muda foi levado,conseguia mesmo assim ensinar,sua fé nunca foi abalada.Na sua Cruz ainda assim demostrava sua compaixão pelos outros, nunca pensou em si, pelo contrário se entregou para que na sua morte,pudéssemos encontar a vida.
Foi lá na Cruz, em uma tarde de trevas , que se ouve uma frase que abalaria e transformaria para sempre a história do homem:

                                     "Está Consumado"

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

o Homem de Nazaré(parte2)



Pés Calejados,pele queimada pelo sol, mas sempre com uma voz suave e verdadeira.
Jesus conseguia penetrar em corações que pareciam impenetráveis;
Como um homem, apenas um simples e único homem conseguiu abalar os alicerces da história, talvez pela sua inteligência ou até menos sua ousadia.Falava palavras tão profundas, que até mesmo no silêncio da sua voz expressava o seu sublime amor.
Como alguém nos seus 30 e poucos anos, conseguiu mudar conceitos que demoraram anos a ser alicerçados?
Como um Homem humilde consegiu calar doutores e mestres da época, usando a própria lei que eles seguiam?

Enquanto se pregava o ódio, a rejeição e o desprezo, Chega Um que começa a dizer para dar o outro lado da face, para amar os inimigos e orar pelos persiguidores.
 Fariseus,Saduceus não entendiam como um homem simples vindo de Nazaré,tinha a capacidade e a ousadia e andar dizendo ser o Pão,  ou com uma grande voz dizer que era a água.
Em meio a tanto ódio,também começa a surgir esperança; esperança daqueles que se escondia debaixo de fardos pesados,ás vezes da lei e do próprio medo.
Nunca ninguém havia falado daquela maneira, tinha uma grande facilidade de entrar na história das pessoas.Calou a muitos enquanto somente escrevia no chão, espantou seus discípulos quando caminhou sobre as águas,Ele conseguia ser imprevisível e ao mesmo tempo se revelar como Filho de Deus.
 Jesus era um homem corajoso.Conseguia falar o que pensava mesmo quando colocava sua vida em risco.Dizia que os fariseus limpavam o exterior do corpo,mas não se importavam com seu conteúdo.
O Mestre se preocupava com todos os que sofriam.Gastava tempo procurando aliviar dores e resgatar a esperança.Desejava ardentemente que ninguém se sentisse inferior diante do desprezo dos outros e das dificuldades sociais.
Nunca pediu nada,nunca aceitou pagamento, simplismente dizia que era para dar de graça o que recebeste de graça.
A emoção do Mestre era imensurável, ao passo que a dos fariseus era estreita.Se alguém almejasse ser seu discípulo, tinha de alargar os horizontes do seu pequeno mundo e incluir as pessoas,mudando completamente a opinião.
Jesus sempre enxergava ou outros como mais ninguém conseguia, e com uma imensa facilidade estendia sua mão, e com um olhar doce e sincero,dizia: Está Perdoado!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Homem de Nazaré(Parte 1)



Imagino que todos, ou quase todos, sabem que houve um homem que viveu a mais de dois mil anos e que, não apenas brilhou em sua inteligência, mas teve uma personalidade intrigante, misteriosa e fascinante. Ele conquistou uma fama indescritível e milhares O amam, veneram e adoram. Quase todas as nações do mundo comemoram seu nascimento; todavia, em detrimento de sua fama, algumas áreas fundamentais da sua inteligência como homem são muito pouco conhecidas. 

 
A história de Jesus, o homem de Nazaré, teve particularidades em toda a sua trajetória; do seu nascimento à Sua morte. Ele abalou os alicerces da história humana por intermédio de sua própria história. Seu viver e Seus pensamentos atravessaram gerações, varreram séculos, embora Ele nunca tenha procurado “status” social nem político e… nem mesmo escrito nenhum livro. No entanto, é o mais estudado e de Quem mais se fala, predica-se e escreve-se. Este Homem destilava sabedoria até mesmo diante de suas dores e era íntimo na arte de pensar.

 
Ele não nasceu debaixo da cultura clássica de Sua época. Quando abriu a boca, produziu pensamentos de inconfundível complexidade. Com pouco mais de trinta anos (SÓ TRINTA ANOS!) perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos de Sua época. Os escribas e fariseus, que eram intérpretes e mestres da lei, que possuiam uma cultura milenar rica, ficaram chocados com Seus pensamentos.


Sua vida sempre foi árida, sem nenhum privilégio econômico e social. Conheceu intimamente as dores da existência. Contudo, ao invés de se preocupar com as suas próprias dores e querer que o mundo gravitasse em torno das Suas necessidades, Ele se preocupava com as dores e necessidades alheias.



O sistema político e religioso não foi tolerante com Ele, mas Ele foi tolerante e dócil com todos, mesmo com seus mais ardentes opositores. Jesus vivenciou sofrimentos e perseguições desde a Sua infância. Foi incompreendido, rejeitado, zombado, cuspido no rosto. Foi ferido física e psicologicamente. Porém, apesar de tantas misérias e sofrimentos, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa; pelo contrário, Ele exalava tranquilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no seu mais poético sentido.


A personalidade de Jesus é difícil de ser estudada. Suas reações intelectuais e emocionais eram tão surpreendentes e incomuns que ultrapassam os limites da previsibilidade psicológica.



Quem foi Jesus, este Homem de Nazaré?!

Tal pergunta entra na esfera da fé, uma esfera que ultrapassa os limites da investigação científica, que transcende a ciência da interpretação. A ciência se cala quando a fé se inicia. A fé transcende a lógica, é uma convicção em que há ausência total da dúvida. A ciência sobrevive da dúvida. Quanto maior fôr a dúvida, maior poderá ser a dimensão da resposta. Sem a arte da dúvida, a ciência não tem como sobreviver e expandir a sua produção de conhecimento.






Jesus discorria sobre a fé. Falava da necessidade de crer sem duvidar, de uma crença plena, completa, sem insegurança. Falava de fé como um misterioso processo de interiorização, como um viver que transcende o mundo material, que extrapola o sistema sensorial e que cria raízes no âmago do espírito humano.

 
Apesar de Jesus falar de fé como um processo de existência transcendental, Ele não anulava a arte de pensar; pelo contrário, era um Mestre excepcional nesta arte. Jesus não discorria sobre uma fé sem inteligência. Para Ele, primeiro deveria se exercer a capacidade de pensar e refletir, antes de crer; depois vinha o crer sem duvidar. Os Evangelhos mostram como Jesus reagia e expressava Seus pensamentos e constatam que pensar com liberdade e consciência era uma obra-prima para Ele.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Acerte o Alvo




Ninguém pode ser salvo por fazer boas obras ou por sua religiosidade ou mesmo por fazer parte de uma igreja que freqüenta assiduamente.

 GRAÇA: SIGNIFICA FAVOR IMERECIDO DE DEUS.

 Quando Jesus esteve com Nicodemos que era um grande religioso que jejuava três vezes por semana, orava todos os dias, freqüentava a igreja diariamente e ele disse: 

 “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus” (Jo. 3:3)

Você não é salvo porque você é uma boa pessoa e por isso merece ser salva, mas você é salvo por pura misericórdia de Deus através do sacrifício na Cruz de Jesus Cristo através da fé.

1) Uma vida de Pecados.


“e vos vivificou estando vos mortos em ofensas e pecados, em outro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que opera nos filhos da desobediência entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; éramos por natureza filhos da ira como os outros também” (vers. 1-3)



O padrão de uma vida sem Deus é esta, uma vida sem limites, sem temor de Deus.

"O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço." ( Pv. 8:13)


Liberdade não é fazer o que se quer e sim fazer o que se deve.


Nossa carne nunca vai desejar perdoar alguém que nos humilhou ou que nos machucou, então se queremos andar com Deus precisamos aprender a contrariar a vontade da nossa carne.


Estamos mortos nesse tipo de vida, uma vida cheia de pecados. Pecado no Grego quer dizer errar o alvo.
Qual é o alvo?
O alvo é sermos parecidos com Jesus.
A Grande pergunta é: JESUS FARIA ISTO SE ESTIVESSE EM MEU LUGAR?


"Tendo  pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus." (2Co 7.1);


O Padrão deste mundo é:
- Sexo antes do casamento.
- Pagar mal com mal.
- Levar vantagem em tudo.
- Subir a qualquer custo mesmo que seja pisando nos outros.
- Ter prazer a qualquer custo.
- O dinheiro como a coisa mais importante da vida.
- Priorizar sempre o seu ego como o centro do universo.
Andar nos desejos da carne, fazer aquilo que lhe vier a cabeça.

"Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos." Sl 36.1;


"Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR;" Pv 1.29;

2 – Autoridade para ser diferente.


“Mas Deus que é riquíssimo em misericórdia pelo seu muito amor com que nos amou estando nos ainda mortos pecados, nos vivificou juntamente com Cristo pela graça sois salvos e nos ressuscitou juntamente com ele, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus pra mostrar aos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela benignidade para conosco em Cristo Jesus” (vers. 4-7)
Há uma grande mudança quando convidamos Jesus para entrar em nosso coração saímos da escravidão do pecado vivendo como miseráveis e passamos a ser cidadãos do céu.

Pense nisto, e convide Jesus para ser o Senhor de toda sua vida!!

Que Deus vos abençõe...

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Palavra sobre a extrema corrupção nos últimos dias

O fundamento de Deus fica firme,tendo este selo:o Senhor conhece os que são seus,e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade.2 timoteo 2:19


 Em nossos dias já vivemos tempos trabalhosos (2 timoteo 3:1 ao 9).Presenciamos fome,miséria,enchentes e destruição,guerras sem nexo,terror,atentados,orgulho e incompreensão,o medo domina o mundo que sente que vai acabar,escravos do próprio egoísmo alheios a vida,mas Ele virá,Cristo virá,falsos profetas enganam o povo de Deus,falsas doutrinas e falsos milagres dão margem,razão aos ateus.


Os últimos dias serão assinalados por um aumento cada vez maior de iniquidade no mundo,um colapso nos padrões morais e a multiplicação de falsos crentes e falsas igrejas dentro do reino de Deus.(Mateus 24:11).Nos últimos dias o crente deve estar disposto a enfrentar um volume esmagador da impiedade,satanás promoverá uma grande destruição na familia,homens e mulheres amantes de si mesmos,e sem afeto natural,que refere-se ao desaparecimento dos sentimentos de ternura e amor naturais,demonstrada por uma mãe que regeita os filhos,ou mata seu bebê,por um pai que abandona a familia,ou os filhos que negligenciam os devidos cuidados para com os pais idosos.Homens e mulheres passarão a amar idolatradamente o dinheiro e os prazeres,e estarão sem pre em busca disso para a satisfação dos seus desejos egoístas.(1 timoteo 6:9 ao 11).Ser pai ou ser mãe,com suas responsabilidades e encargos,e o amor sacrificial na criação de filhos,já nao será considerado missão nobre,pais amorosos darão lugar,cada vez mais a pais egoístas e desumanos que abandonarão seus filhos(ver na biblia o que diz sobre os filhos em Salmos 113:9;127:3 ao 5;Provérbios 17:6;Tito 2:45).
    Mas se ainda os pais cristãos querem preservar as suas familias nos tempos difíceis,devem hoje protege-las contra as práticas infames da sociedade em que vivem(Atos 20:28 ao 30) e separa-los dos costumes sórdidos do mundo e evitar que os ímpios influenciem seus filhos(Romanos 12:1 e 2;e Atos 2:40).
    Há tambem aqueles que tendo aparencia de piedade,que dizem ser crentes em Jesus,e aparentam santidade,porém nao demonstram que foram libertos por Deus do pecado,do egoísmo e da imoralidade,tais pessoas toleram a imoralidade em suas igrejas e ensinam que é possível praticar pecados e ao mesmo tempo serem crentes,eles resistem as verdades básicas do evangelho ou a sua indiferença para com elas(Ver 1 timoteo 4:1 ao 5).Haverá um rebeldia contra a fé pessoal em JESUS CRISTO e da verdade bíblica.Muitos crentes se desviarão da fé porque deixarão de amar a verdade (2 Tessalonicenses 2:10)e de resistir as tendências pecaminosas(Mateus 24:5,10,11 e 12),por isso o evangelho liberal dos ministros e educadores modernistas encontrará pouca resistência em muitos igrejas.
   Um aumento incrível de imoralidade,desrespeito e rebeldia contra Deus e abandono dos princípios morais caracterizarão os últimos dias,a perversão sexual,a fornicação,o adultério,a pornografia,as drogas,a música ímpia e as diversões sensuais multiplicar-se-ão,o homossexualismo e o lesbianismo e todos os tipos de perversão sexual saturarão a sociedade.
    Em todas as partes do mundo,milhões de pessoas praticarão o ocultismo,astrologia,feitiçarias,espiritismo e satanismo.A influencia de demônios e espíritos ,malignos se multiplicarão(1 timoteo 4:1).Jesus acrescenta que isso fará minguar o verdadeiro amor.Para não ser enganado,cada crente deverá crescer em fé e amor para com Cristo,e ter como autoridade absoluta em sua vida a palavra(Mateus 24:4,11,13,25)conhecendo-a bem na sua totalidade(1 Timóteo 4:16).
   
    Seremos perseguidos,mas não desamparados.Sofrer por Cristo por sermos leais a Ele e a sua palavra,faz parte intrínseca da Fé Cristã.(Joao 15:20).Deus prometeu salvar a todos aqueles que invocarem seu nome.(Atos 2:21).A lealdade a Cristo,a sua verdade e aos seus justos padrões de vida,envolve não deturpar a nossa Fé,e por causa disso os fiéis serão privados de vantagens e privilégios,e serão ridicularizados,terão grande tristeza ao verem o Cristianismo rejeitado pela maioria.


    Mas a esperança do crente fiel é:Ele virá resgatar aqueles que forem seus(Apocalipse 14:7)

    Devemos todos perguntar a nós mesmos:Já sofri perseguição por causa da minha firme resolução de viver segundo a vontade de Deus?
   
    Ou minha falta de sofrimento é um sinal de que não tenho posição firme pela justiça pela qual Cristo morreu?


Por:  Juliana Avellino